Arquivos Diários: Agosto 17th, 2008

É cara, as pessoas vão crescendo, crescendo e do nada, elas viram garotas [no caso das pessoas do sexo feminino, eu digo, haha]. E eu, para mostar isso, finalmente mudei totalmente a cara do blog, como podem reparar. É, tá patty, frufru, cuticuti e tudo mais. Coisa que a uns 3 anos atrás, abominaria totalmente. Mas, apesar de não mudar meu jeito largada de ser em relação a roupas, maquiagem e blá blá blá, eu resolvi demonstrar meu lado delicada, menina mesmo, no blog. Tentei com as coisas do técnico e do médio [tipo os cadernos, canetas e essas coisas], mas não deu muito certo.
Espero que ninguém ache zoado, tenha algum tipo de preconceito ou coisa assim. Para os frequentadores daqui, nada vai mudar em relação ao modo de escrever. Ainda vou continuar falando dos meus dias, eu mesma, meus problemas, enfim, tudo o que falava e falo ainda. E, ah, para os engraçadinhos de plantão: não, eu não estou namorando e nem amando ninguém. É que esse foi único layout bonito que eu gostei mesmo para colocar no blog. Eu até pensei em mudar o nome do blog, junto ao layout. Porém, depois pensei que mudando ou não, a vida ainda continuaria meio sem-controle, entende. :P
Os meus créditos principais vão para a Dany Danczuk, que foi a pessoa criativa da qual fez este layout, para o Fórum By Marina, pelas dicas e tutoriais e pela DannyKiity pela inspiração de um blog mais rosa. :D

Falando sobre o desabafo do post anterior, sim, eu sei, talvez tenha exagerado. Me sinto no extremo direito de fazer e falar o que bem quero quando irritada. Ou seja, fico egoísta. E minha mãe já voltou pra casa, o que me deixou mais tranquila.
De tarde, eu fiz uns trabalhos do técnico, assisti um pouco de TV e depois vim pra cá editar o blog. Ah, já ia esquecendo, ainda falta atualizar algumas coisas, principalmente na parte “blog”. Sabe, colocar a última versão, essas coisas.
Agora vou nessa que minha cunhada veio pra cá e vamos tomar um lanche.

“You’ll be a lover in my bed
And a gun to my head” – Ava Adore – Smashing Pumpkins.
Boa Noite!

É cara, as pessoas vão crescendo, crescendo e do nada, elas viram garotas [no caso das pessoas do sexo feminino, eu digo, haha]. E eu, para mostar isso, finalmente mudei totalmente a cara do blog, como podem reparar. É, tá patty, frufru, cuticuti e tudo mais. Coisa que a uns 3 anos atrás, abominaria totalmente. Mas, apesar de não mudar meu jeito largada de ser em relação a roupas, maquiagem e blá blá blá, eu resolvi demonstrar meu lado delicada, menina mesmo, no blog. Tentei com as coisas do técnico e do médio [tipo os cadernos, canetas e essas coisas], mas não deu muito certo.
Espero que ninguém ache zoado, tenha algum tipo de preconceito ou coisa assim. Para os frequentadores daqui, nada vai mudar em relação ao modo de escrever. Ainda vou continuar falando dos meus dias, eu mesma, meus problemas, enfim, tudo o que falava e falo ainda. E, ah, para os engraçadinhos de plantão: não, eu não estou namorando e nem amando ninguém. É que esse foi único layout bonito que eu gostei mesmo para colocar no blog. Eu até pensei em mudar o nome do blog, junto ao layout. Porém, depois pensei que mudando ou não, a vida ainda continuaria meio sem-controle, entende. :P
Os meus créditos principais vão para a Dany Danczuk, que foi a pessoa criativa da qual fez este layout, para o Fórum By Marina, pelas dicas e tutoriais e pela DannyKiity pela inspiração de um blog mais rosa. :D

Falando sobre o desabafo do post anterior, sim, eu sei, talvez tenha exagerado. Me sinto no extremo direito de fazer e falar o que bem quero quando irritada. Ou seja, fico egoísta. E minha mãe já voltou pra casa, o que me deixou mais tranquila.
De tarde, eu fiz uns trabalhos do técnico, assisti um pouco de TV e depois vim pra cá editar o blog. Ah, já ia esquecendo, ainda falta atualizar algumas coisas, principalmente na parte “blog”. Sabe, colocar a última versão, essas coisas.
Agora vou nessa que minha cunhada veio pra cá e vamos tomar um lanche.

“You’ll be a lover in my bed
And a gun to my head” – Ava Adore – Smashing Pumpkins.
Boa Noite!

Lá vai ela, aguentar seu pai que, em vão, tenta ser a dona de casa ao “ajudar” no almoço e nos afazeres domésticos. É sempre nesses dias em que guarda suas maiores frases feitas caso a reação de alguém seja igual àquela que calculava. Quanto aos seus irmãos, bom, o do meio reage da mesma forma. Já o mais velho prefere ficar no telefone, falando com a namorada e, já que não ajudou no almoço, promete o que nunca cumpre de novo, o ato de lavar a louça.
Já que a mãe se enfezou de tudo, de tanto estresse, ela resolveu dar uma volta na feira que queria ir. Sozinha! Nada de filhos para falar no ouvido dela, nem de marido, reclamando e discutindo como fazem quase todos os dias, o que, somado à pressão do trabalho, resultou num ligeiro susto. – Ah, nada como andar sozinha, vendo e fazendo o que gosta. – esse sempre fora o dilema da mãe.
Após um dia de compras culturais na Feira do Livro, os irmãos querem descansar e estudar, curtir a mãe e o pai, torcendo fortemente para que eles não briguem! Caso isso aconteça, todos ficam, infelizmente, do lado da mãe e deixam o papel de vilão para o pai. Como sempre foi e, provavelmente, sempre vai ser.
Condenados pelo gasto na feira [o pai sempre achou que livros, apesar de importantes, podem ser alugados na biblioteca municipal. Pra que ter um acervo de coisas que só vem para casa acumular pó?!], os irmãos tentam não brigar. Tentam ser cooperativos. E também, tentam não brigar com o pai e sair correndo pros braços da mãe. Além de não tentar fazer os dois últimos brigarem a ponto de se separarem definitivamente, uma coisa que sempre deixou ela, a mais nova, como única solução.

A mais nova procura ser na dela. Discutiu várias vezes com sua mãe, mas apenas uma com seu pai, isso quando o assunto nem era relacionado a ela mesma. Ela se fecha perante os dois agora. Aliás, perante a família inteira por exceção de sua cachorra. Não saberia viver sem esta! Tenta parecer ao máximo com a mãe e com a tia, seus maiores exemplos de vida feminina, seguindo os passos profissionais do pai, o que é uma coisa que gera um pouco de conflito dentro dela mesma, pois, mesmo gostando da profissão, não gosta muito quando seu pai tenta demosntrar orgulho enchendo ela de coisas para pesquisar, fazer e entender sobre o assunto. E odeia quando ele, seu pai, tenta mostrar que música brasileira que ELE gosta deve ser ouvido por todos os seres da sua área profissional, uma coisa que ela acha simplesmente o Ó do Borogodó!

Que destino terá ela? , ás vezes ela se pergunta. Morar sozinha tem sido um de seus maiores desejos! Se livrar de irmãos, pais e ter a liberdade de deixar entrar pela porta da frente quem lhe bem entendesse. Seriam, aliás, SÃO totalmente egoístas seus pensamentos. Mas ela prefere assim. De certa forma, é a única segurança de que ela não vai se decepcionar com quase ninguém mais.

Sabe, ela precisa crescer!

————————————————————-

Comentários sobre a coerência, coesão, semântica, ortografia e todos esses negócios de português são válidos. De resto, prefiro que não comentem. (:

Boa Noite!

Lá vai ela, aguentar seu pai que, em vão, tenta ser a dona de casa ao “ajudar” no almoço e nos afazeres domésticos. É sempre nesses dias em que guarda suas maiores frases feitas caso a reação de alguém seja igual àquela que calculava. Quanto aos seus irmãos, bom, o do meio reage da mesma forma. Já o mais velho prefere ficar no telefone, falando com a namorada e, já que não ajudou no almoço, promete o que nunca cumpre de novo, o ato de lavar a louça.
Já que a mãe se enfezou de tudo, de tanto estresse, ela resolveu dar uma volta na feira que queria ir. Sozinha! Nada de filhos para falar no ouvido dela, nem de marido, reclamando e discutindo como fazem quase todos os dias, o que, somado à pressão do trabalho, resultou num ligeiro susto. – Ah, nada como andar sozinha, vendo e fazendo o que gosta. – esse sempre fora o dilema da mãe.
Após um dia de compras culturais na Feira do Livro, os irmãos querem descansar e estudar, curtir a mãe e o pai, torcendo fortemente para que eles não briguem! Caso isso aconteça, todos ficam, infelizmente, do lado da mãe e deixam o papel de vilão para o pai. Como sempre foi e, provavelmente, sempre vai ser.
Condenados pelo gasto na feira [o pai sempre achou que livros, apesar de importantes, podem ser alugados na biblioteca municipal. Pra que ter um acervo de coisas que só vem para casa acumular pó?!], os irmãos tentam não brigar. Tentam ser cooperativos. E também, tentam não brigar com o pai e sair correndo pros braços da mãe. Além de não tentar fazer os dois últimos brigarem a ponto de se separarem definitivamente, uma coisa que sempre deixou ela, a mais nova, como única solução.

A mais nova procura ser na dela. Discutiu várias vezes com sua mãe, mas apenas uma com seu pai, isso quando o assunto nem era relacionado a ela mesma. Ela se fecha perante os dois agora. Aliás, perante a família inteira por exceção de sua cachorra. Não saberia viver sem esta! Tenta parecer ao máximo com a mãe e com a tia, seus maiores exemplos de vida feminina, seguindo os passos profissionais do pai, o que é uma coisa que gera um pouco de conflito dentro dela mesma, pois, mesmo gostando da profissão, não gosta muito quando seu pai tenta demosntrar orgulho enchendo ela de coisas para pesquisar, fazer e entender sobre o assunto. E odeia quando ele, seu pai, tenta mostrar que música brasileira que ELE gosta deve ser ouvido por todos os seres da sua área profissional, uma coisa que ela acha simplesmente o Ó do Borogodó!

Que destino terá ela? , ás vezes ela se pergunta. Morar sozinha tem sido um de seus maiores desejos! Se livrar de irmãos, pais e ter a liberdade de deixar entrar pela porta da frente quem lhe bem entendesse. Seriam, aliás, SÃO totalmente egoístas seus pensamentos. Mas ela prefere assim. De certa forma, é a única segurança de que ela não vai se decepcionar com quase ninguém mais.

Sabe, ela precisa crescer!

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Comentários sobre a coerência, coesão, semântica, ortografia e todos esses negócios de português são válidos. De resto, prefiro que não comentem. (:

Boa Noite!