Como todos os textos aqui publicados, esse vai falar sobre eu, eu e é claro, eu.
Há!
Se tem uma coisa que me irrita, é forçar entrosamento. Sem brincadeira! Ficar rodando todas as panelinhas só pra fazer amizade com todos me irrita. Não vou ser hipócrita e dizer que odeio quando dizem “eu te amo” em falso porque eu já fiz isso, mas não por maldade, e sim por consideração. Posso não amar a pessoa, mas confio e acredito nela. Mesmo assim, evito dizer tal coisa grande. Ainda mais depois de ter dito sem cautela para quem não devia e, bom, é claro, deu merda, haha.
Não sei se for por conta de decepções recentes mas, percebi como ando me reservando em relação às pessoas. Só converso de verdade, com vontade, com os meus reais amigos. Vocês sabem que vocês são, oras.
No técnico, eu fico na minha. Converso, claro. Mas é meio que só se alguém conversar primeiro. Há também os colegas. De certa forma, posso dizer que os uso para minha própria distração, além de objeto de observação. Testar as pessoas é bem interessante, se você parar pra pensar.
E no curso de manhã, eu não falo com ninguém. No máááximo com o professor, mas nada além de assuntos banais ou relacionados ao próprio curso. Ou seja, descartáveis.

Isso é algum defeito? Ou qualidade? Eu não vou deixar de ser simpática se você vier falar comigo. Mas não é porque você veio chorar no meu ombro porque tá foda sua vida que eu vou ter a mesma confiança em você. Talvez. É claro, todos temos que enlouquecer nesse sentido de vez em quando.
Acho que estou me questionando porque, sinceramente, há apenas 4 pessoas que realmente possa dizer “eu te amo” com todo meu orgulho, força e felicidade. Isso me parece estranho de vez em quando.
Mas agora me lembrei que, porra, 4 amigos leais são MAIS do que suficiente. E eu agradeço todos os dias por cada um deles.

Post GAYDEMAIS.
Mas é isso aí!

Boa Noite!

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