Anda vazio. Oco. Nada.
Simples assim.
Dias repetidos que eu nem lembro quais são eles. Tão iguais que chegam a ser banais. Mas um registro de que estive lá este ano. Minha única prova de que fui real ali.
Que se não fosse pelos sorrisos dos amigos, talvez deva créditos também àqueles que nem sabem meu nome, diria que nasci apenas nos dias em que há a marca de meus dedos curiosos. Nem parecem lembranças. Soam mais como alucinações, até mesmo sonhos que lembramos depois de esquecer.
Me lembro das fotos. Me lembro dos pensamentos…Dos comentários.
Não parece intenso.
Não é o tal do cavalo branco que vai me acordar e me aprisionar.
Prefiro levantar sozinha e procurar aquilo que me faça tão louca quanto quando me via mordendo a maçã envenenada.
Não é à toa que amo quando há data, hora e, até mesmo, a música que eu estava ouvindo quando escrevo as coisas.
De fato, ainda não me fiz real em frente o espelho.
“Even though I’d be sacrifice,
You won’t try for me, not now.” – Missing – Evanescence.