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Kings Of Leon. (provavelmente um show deles); Eu simplesmente AMO ficar colocando fotos de beldades do rock’n roll no meu desktop. Já teve Kurt Cobain, Jerry Cantrell, os lindinhos do Kings Of Leon, claro e, outra vez, O Corvo (Brandon Lee). Esse meu fanatismo por homens, viu.

barra lateral

Plugins:
Visualização de pastas e programas como o Windows Vista. Eu baixei faz pouco tempo e a adoro! Além da barra lateral super fofa, tem a barra abaixo super linda e o mouse que carrega com um círculo super lindo. Sou gay com isso, veja bem, haha!

Ícones: A começar pelos programas que mais uso em questão de trabalhar com imagens, ou fabricá-las: Adobe Photoshop e Adobe Illustrator CS3. Pretendo pegar o pacote Adobe CS4 ainda.
Abaixo, o capacete de um star trooper do Star Wars. Esse capacete é minha pasta. HAUAHA. Bem nerd, eu sei Mas é um dos meus itens de maior orgulho.
MSN, claro. Eu não gostei do ícone do novo Windows Live Messenger, então mudei. Vermelho é minha cor favorita, entããão.
FireFox é o navegador que eu uso e ponto! Então turbinei o ícone dele. Adorei este logo que vi.
Eu sempre usei Winamp desde que ele veio ao mundo. Prefiro mil vezes ele ao Media Player.
Esse ícone do Twitter é um que baixe para substituir o normal do TweetDeck. Meu irmão baixou o programa faz uns 4 meses e viciei. É um dos que deixo aberto sempre, ao invés de manter a aba do site no FireFox online.
The Sims 3, totalmente viciante e lindo e divertido e tudo de bom. *_*
Ragnarok. Faz um tempo que não jogo por conta do The Sims 3. Mas é sempre ver os fofinhos matando porings. ^.^
Ícone do UTorrent turbinado também.
Agora, esse símbolo do Blogger é para o Windows Live Writer. Esse post, por exemplo, estou postando dele. Uso ás vezes, apenas. É útil no sentido de que você consegue escrever visualizando como o post ficará no próprio layout. Além de que, guardo uns rascunhos que simplesmente não podem virar públicos, haha.
O CClenaer eu comecei a usar esse ano também. É bom pra tirar uns erros chatos do PC e jogar o lixo fora. ;)
Esse relógio de pokebola é uma nerdisse sem sentido minha. Pois, mesmo sendo da minha época, eu não assistia Pokemon. Apesar disso, acho essa bola um charme um símbolo da minha geração. Então, eu coloquei como fundo do relógio.
E, logo abaixo, o último item que é o de configurações da própria barra.

Em geral, meu desktop fica assim. O dia que mudar radicalmente, eu provavelmente mostrarei pra vocês. Caso queiram saber onde peguei os ícones personalizados e o pacote, comentem e eu pegarei os links. Só não deixo aqui hoje porque eu simplesmente estou com preguiça, haha.

“I’ ve been working awful hard for you
But you dont say, you just hold your breath
So I can’t touch what I haven’t yet” – True Love Way – Kings Of Leon.
Boa Noite!

Nossa…Mil anos que não posto. Mil perdões que peço. ;~

Ando pensativa, além de distraída com muitas coisas. Acho melhor assim. Ás vezes escrevo, confesso. Mas é uma coisa tão pessoal e tão momentânea que não vale ser pública.

Além disso, ando twittando tanto que esqueço de atualizar aqui, hauha.

Vim só pra tirar a poeira e pra dizer que estou viva, apesar da minha ausência. Entrei de férias essa semana e, sim, estou feliz.
Obrigada a todos que lêem aqui [ou só dão uma passadinha mesmo] e desculpem a demora. Em breve, quem sabe, eu mudo o layout e volte a postar no mesmo pique de antes.

“Lost inside my sick head
I live for you but I’m not alive
Take my hands before I kill
I still love you, I still burn” – Love, Hate, Love – Alice In Chains.
Boa Noite!

Bom, vou ser direta e reta. Falar tudo o que aconteceu.
Meu irmão faleceu sábado agora, dia 23. Ele sofreu um acidente de carro. Bateu com um caminhão e enfim, se foi.

De maneira curta, foi assim. Eu ainda estou me perguntando quando que vou tirar isso de fato da minha cabeça. JAMAIS conseguirei ver as coisas do mesmo jeito. Disso tenho certeza. Mas me parece que falta tirar todo um pedaço meu de tristeza para poder viver novamente. Ou colocarem um pedaço…A minha parte do Allan que se foi com ele. No fundo eu ainda atendo o telefone esperando que seja ele e que foi tudo um sonho ou disfarce….Uma grande conspiração.
Ainda não me toquei que meu irmão era aquele que estava no caixão. Ainda não to acreditando que fui eu quem insistiu pra segurar o caixão dele até o túmulo. Ainda não caiu a ficha de que era eu quem tava me segurando pra não chorar, para dar força à minha mãe que, a cada um que chegava no velório, ela caía em prantos. E ele, o MEU IRMÃO, não tava lá fisicamente para ajudá-la.

Que eu ainda tenho uma foto dele no meu celular, com aquele olhar pensativo dele. Meu irmão era lindo, aliás, É LINDO. Era nosso anjinho, como disse a minha cunhada. Ele era tão forte e agora, ele simplesmente não está mais aqui.

Ele se foi e eu sinto tanta, tanta falta dele.
E sim, eu quero um abraço e quero alguém cuidando de mim. Porque, cara, dói muito, dói demais.

 

A pior parte foi escolher a roupa. Os amigos chegando no velório. Na hora de dar a notícia, eu tinha ligado no automático, falei de forma fria e direta, minha voz nem ao menos chegou a tremer. Para consolar minha mãe, me entupi de floral calmante. Para cuidar do meu irmão, pensei que eu era a única para ele e, assim, tinha que ser forte. E para meu pai, eu sou filhinha, a pequena dele, por isso, tinha que me manter forte também.
Para os outros, pouco importava. Na verdade, não queria incomodá-los, aliás, todos estavam sofrendo. Meus amigos, bom…Eu também não quero atrapálha-los nem nada. Ficar tocando no mesmo assunto toda hora não me leva à nada. E, bom, eu confesso também, me distanciei tanto dos outros que nem sei mais com quem sentar e chorar. Sentar e me abrir de fato. Aliás, acho que talvez eu devesse reavaliar meus conceitos e sim, confiar mesmo nas pessoas que estão ao meu redor.

Perguntem quantas coisas quiserem. Eu não vou me recusar a dizer a não ser que ache realmente desncessário.

Minha cabeça dói.

Nem aparentava mais os 17 anos. Aliás, aparentava uns 17, 18 anos. Até uns 19 quando vestida de maneira usual. Tem a mania de encostar o dedo indicador no meio do óculos, ajustando o que não precisa ser ajustado.
Franze as sombrancelhas quando alguém a encara [é claro, quem não o faz] e depois dá risada.
Sorri toda vez que vê uma criança. E fecha a mão a cada indivíduo em seu caminho.

Digamos que agora ela está de saco-cheio.

E quando vi, eu cresci.
Eu não vou entrar em assuntos nostálgicos de novo. Entendo que é época de parar para refletir o quanto simples 3 anos podem mudar nossa terrível vida. Mas, já é suficiente a sensação.

Me parece agora que eu ando mais real que antes. Quase todo dia eu tenho que tirar um tempo e ficar sozinha. Geralmente é numa cabine de banheiro. Apropriado até. Se vier alguma merda na cabeça, é lá que esta merda deve ficar. É como uma preparação para encarar o que estou vivendo. Esta mania me livrou de vários surtos, pânicos e decisões erradas.
Não que evitasse totalmente meus erros. Aliás, parar pra pensar antes de seguir em frente foi um excesso que fiz de forma errônea. Pensei de mais, agi de menos, aliás, agi no tempo certo, mas de forma desesperada, o que resultou situações catastróficas.
E agora, que penso de menos, penso se está certo, haha. Se ligar o “foda-se” e é isso aí é realmente a solução, se é realmente garantia de que eu vou rir mais do que chorar desta vez.
Só testando para ver, claro.
Mas mesmo assim, esta atitude me parece….vaga, fútil, sem sentido concreto.

Preciso parar de me preocupar com estas coisas.
Erros e acertos…O que é certo e o que é errado?

 

Nojento.

“I said I loved,
but I lied.” – This Love – Pantera.
Boa Noite!


Por uma nova esperança nos meus trabalhos e futuro. 0/


Por uma nova esperança nos meus trabalhos e futuro. 0/

Ultimamente, eu tenho reparado em frases. Não apenas agora, já faz um tempo. Não duvido que as outras pessoas o façam também. Mas estou comentando isso simplesmente porque esses trechos, frases, palavras, enfim, têm me deixado facilmente sensibilizada. Não digo que estou na TPM ou coisa do tipo. É como se depois de quase um ano dormindo, eu acordasse com um turbilhão de informações na cabeça e agora, finalmente, eu relaxasse. Eu me sinto melhor agora. Mais livre.
Só que ao mesmo tempo mais sensível, mais chorona, hahaha. Chorona, revoltada, perceptiva. O contrário do que eu queria. Eu não queria percepção, queria análise, frieza, definição.
Agora isso não importa tanto. Para que vou precisar de análises, se eu posso simplesmente viver?

Acho que estou fugindo do assunto. Ou não, apenas estou dando a introdução, respeitando a métrica da construção de uma dissertação simples. Que raios importa?!

Continuando minha “introdução”. Acho que estou ficando mais mole. Não acho ruim. Na verdade, não sei bem. Não posso dizer quando começou, mas sei que não foi agora a pouco. Só posso dizer que eu me olho no espelho e me estranho. Mas ao mesmo tempo, me admiro. Totalmente narcisa, hahaha. Não é bem isso. Acho apenas que estou tendo mais fé em mim mesma pra mudar meu próprio destino, fazer meu percurso. Tendo menos medo e ficando mais próxima do tipo de mulher que quero ser quando crescer, haha.
Uma mulher idealizada pela sociedade, confesso. Fria, dona de seu nariz, mas com todo o carinho de uma mãe por dentro. Sem medo de ousar, dizer aquilo que sente, mesmo que seja apenas de forma sutil. Uma mulher sem medo de experimentar, sem medo de mudar.

Essa tal de contrução do nosso “eu” é muito chata. Tenho certeza de que vamos crescer e de repente, acontece algo que nos leva a começar tudo de novo. Não interessa muito se vai demorar preu me “construir”, mesmo sabendo que eu tenha de refazer tudo depois. O que importa é se eu vou conseguir me lembrar dos meus melhores momentos, dos meus maiores sorrisos e das minhas maiores crises de choro.

“I want something good to die for
To make it beautiful to live.
I want a new mistake, lose is more than hesitate.
Do you believe it in your head?” – Go With The Flow – Queens Of The Stone Age.
Boa Noite!

28.12.2008 – 2:20 p.m.
Ultimamente perdi a crítica perante as pessoas. Aliás, minto. Perdi a crítica perante aqueles que não me irritam. Parece que só aqueles que me chamam a atenção devem ser notados. Os outros me parecem banais, passíveis…
→ Placebo “Special Needs” (2x)
Além disso, observar e se assumir observador requer responsabilidades. As pessoas questionam o porquê de vocÊ não ter percebido isso ou aquilo. E dizer a verdade, digo, dizer à pessoa que ela não te interessa tanto quanto um outro cara aí pode magoá-la. Principalmente se tratando de um amigo do peito que deixa de ser observado por causa de um desconhecido aí.

Ás vezes tento me colocar no lugar da pessoa que lê minhas indagações. Poderia eu ser tachada como louca? Seria eu tão diferenciada? São teorias falidas. Não devem ser levadas em consideração, ainda mais se levarmos em conta que é uma (Radiohead – Fake Plastic Trees”) adolescente de 17 anos, complexada, apaixonada não assumida e pseudo-intelectualzinha que vos escreve.
Além de apaixonada não assumida, também não assume o fato de que se embanana toda perante um homem que sabe tratá-la bem.
Eu não sei me dar com um homem. Sempre faço tudo ao contrário.
Esse é um dos maiores motivos por eu querer que os outros lesse minha mente. Talvez fosse mais fácil lhe dar com coisas como essas.

As pessoas ás vezes me enlouquecem tremendamente. (Radiohead – “Karma Police” ) Apenas por serem o que são, normais, previsíveis. Ou não, deixarem de ser previsíveis, isso me faz sentir vulnerável, presa de alguém estranho, desconhecido da minha parte.
Não sei se gosto das pessoas.

3:00 p.m.

————————————————–
Eu vou mudar o blog de novo.
O que eu pensei aquele dia não é exatamente o que ainda penso. Tenho a esperança de um mundo melhor, pessoas melhores.
Mas nada perfeito, por favor. Imperfeição é liberdade e devemos mantê-la ao menos até o fim desta geração.

“I’ll take you down the only road I’ve ever been down” – Bittersweet Symphony – The Verve.
Boa Noite!

Acreditem: ADORO clima natalino, mas depois de um tempo, você percebe que é só um dia comum em que você vai ver a galérie, dar e ganhar uns presentes, apenas e unicamente porque uma religião predominante no Brasil decidiu que fosse assim.
E viva o capitalismo. /

Esse ano, como manda a tradição, eu ajudo meus pais a arrumar a comida que levamos pra ceia, depois eu e minha mãe vamos pro cabeleleiro, meus irmãos vão buscar suas respectivas namoradas e meu pai vai checar o carro pra viagem do dia 27. SEMPRE assim. Mesmo assim, adoro. Depois de tudo e todos prontos, ‘bora pra casa da Tia Má. Chegando lá, eternos abraços, beijos no rostos e “tudo bem’s” são bem dados. É feito o desjejum. Come-se, bebe-se, conversa-se, ri-se muito. Nada muito foram do comum.
Depois o amigo secreto. Depois um momento de silêncio, depois a curtição.
Tudo como manda a tradição. Podem todos estarem com a cabeça quente de problemas e mais problemas, ou alguém mais feliz porque encontrou alguém especial, ou porque vai entrar na faculdade, ou triste porque alguém foi-se embora. Natal sempre deixa a gente feliz, independente do estado em que se sentia horas antes.

Agora, mudando de assunto, vai entrar o ano novo, certo?
Eu tinha falado em um post que não mudaria. No seguite [o anterior a este], coloquei que ia fazer reforma interna em mim mesma. Eu já falei que sou extremamente contraditória, não falei. E inconstante, acima de tudo. Meu irmão fala que não estranha isso. Ele diz que é porque quando estou empolgada ou eufórica, eu uso a primeira coisa que vem à minha cabeça. Que sou impulsiva demais quando estou sem controle. Não é algo que eu pretendo mudar. Mas algo que pretendo aperfeiçoar, acho. Não ser tããão impulsiva. Machuquei pessoas demais esse ano por causa disso.

Vou-me.
Espero encontrá-los.
Um bom natal. E uma boa entrada para 2009. :D
Boa Noite!

Reforma interna. Ela não irá entrar mais aqui. Só sobramos eu e a Victória Femme Fatale que ainda não se revelou.
Vejamos… u.u’

Reforma interna. Ela não irá entrar mais aqui. Só sobramos eu e a Victória Femme Fatale que ainda não se revelou.
Vejamos… u.u’

“I’m only happy when it’s complicated”.
É, se a vida fosse fácil, realmente não ia ter graça.
Dia maroto com a família hoje, para terminar fazendo trabalhos chatos do técnico, haha.
Minha casa é grande. Tipo, grande. Mas está boa parte em construção. Na verdade, não em contrução, mas em reparos. Aliás, só falta colocar o piso e pintar as paredes. Os detalhes vêm depois. Uma daspartes que está em construção é a área dos quartos, meu e dos meus irmãos. Está tudo pronto, só falta passar a segunda mão de tinta branca, para depois passar as cores desejadas. Meu quarto, como já decidi, vai ter uma parede magenta [com as portas pretas] e o resto das paredes rosa bem claro, para não ficar muito forte e tudo. Vai ficar legal. Quem diria? Victória, a garota que odiava rosa, agora tem um quarto todo da cor. Mudar é foda, viu.

Falando em mudar, quero muito mudar de ares depois que acabar as aulas. Queria sair de São Paulo e tudo. Eu pretendia ir pra praia [em Boiçucanga, próximo a Maresias], mas lá está tendo surto de Dengue. E, bom, sair de SP pra pegar dengue é uma coisa que eu definitivamente não estou a fim de fazer. Sei que provalvemente eu vá ficar enfurnada em casa, ou lendo, ou jogando no PC, ou na internet fazendo nada. Não há nada contra isso, ao contrário, adoro fazer nada. Mas fazer nada me deixa deprimida [mesmo!], então prefiro sair fora.

Eu estou acabando de ler “Ensaio Sobre a Cegueira”. É muito interessante o livro. Confesso que anda difícil eu parar para pensar na exata mensagem que o autor quis mandar. Ou não, ele simplesmente escreveu e é isso aí, haha. Não acho. Eu vou acabar de ler, assistir o filme e, vejamos. Quem sabe eu faço comentários sobre ele aqui no blog.
Meus escritos? Parados, assim como os desenhos. Os escritos só não são escritos porque são pensados enquanto estou fazendo trabalho. Mas todos eles são incrivelmente dramáticos, platônicos, depressivos e auto-destrutíveis. São dias de tormentas. Mas acho que nunca vi uma tormenta tão bela quanto esta.
E, sabe, acho que nunca fiquei com tanta vontade de vomitar como agora. De volta ao fundo do poço, hein, Victória? Mais uma vez a auto-mutilação. O corte no pulso ainda dói? Grande merda.

Ah, pra fechar o post, queria agradecer ao Allan por ter postado e tudo. É Allan, eu queria planejar meu futuro, mas agora só posso deixá-lo nas mãos do tempo. Nem de Deus tô deixando que, ultimamente ele anda tirando onda com a minha cara. ¬¬’
Beijo na bunda de todos.

12 de outubro de 2008 – 1:30 p.m. (escrito enquanto esperava o sinal do técnico bater)

Ela se mantém.
Talvez essa seja a pergunta.
Talvez isso é o que ela queira fazer.
Ela se mantém mesmo ou é o que ela quer fazer? Ou o que ela quer demostrar?
Ela não se mantém. Ela vai embora, foge de si mesma e tenta observar os outros sem sucesso. Não observar por observar. Vigiar, na tentativa de aprender os movimentos. É como assitir uma aula de kung fu todos os dias e tentar fazer em casa.
Ela quer mais que tudu, ir embora. Sozinha, sem decepcionar ninguém. Ser independente e…sozinha.
Ela, fielmente, odeia a si mesma. E como qualquer outro ser humano, quando você odeia, você evita olhar na cara, evita acreditar ou confiar, a ter fé, a falar, a sentir. E a cada vez que faz isso, a tensão fica quase sólida ao seu redor.
E ela chora, achando que vai se livrar. Ela se corta, achando que está cortando seu inimigo mortal. Pois de nada adianta, nunca vai adiantar. Então, por que fazê-lo?
Seria ela masoquista? Seria ela amante da morte, da dor, do sofrimento? Ela gosta de um drama! Nunca perde um quando ali aparece. Drama, novela, terror, serial-killers, tudo o que envolve o sofrimento humano [ou não. Sua paixão por vampiros ainda permanece], chama sua atenção.
Não chorar porque é preciso ser muito dura com as coisas da vida. Chorar porque é uma dor tão intensa para tal. Se cortar porque é preciso expelir até a dor física. Não se cortar porque é insano demais, além de que, seria mais forte se ela simplesmente não caísse na tentação.

Ela não quer se manter como está.
Quer se manter como é.

Ela se torna imperfeita, mal-feita, errônea, horrenda. Imprópria para todos ao seu redor. A cada mão que ela oferece para comprimentar, uma gota de tristeza, uma de raiva e uma de dor pura caem e impregnam.
Há aqueles que viciam neste veneno. E quando procuram por mais droga, ela rejeita. Diz não, simples assim.

Victória, volta, por favor. Eu sinto sua falta, querida! Me machucando, me rejeitando, me odiando. Vem para mim, vem. Você sabe que eu não mudei e que eu ainda te amo mais que devia, mais do que podia, mais do que queria.

Cortar ou apertar o gatilho? Calma! Ela ão vai se matar. É ridículo. Ela vai se auto-mutilar. Cortar o pulso para sentir o sangue quente escorrendo, a queimação por todo o corte, o vermelho enchendo os olhos de pânico e deleite, mantendo a cabeça entorpercida.
O tiro? Um tiro na mão. O fato de não poder mexer uma de suas principais ferramentas humanas a aterroriza, a faz tremer. Muito.
Vai chegar o dia em que ela vai embora e…ponto, oras.

Eu vou querer mostrar isso à alguém. Sei que ela vai ler, talvez se emocionar, talvez tratar com desdém (além do mais, isso é apenas um grito desesperado de atenção), talvez ela odeie.

Ela se mantém.

Hoje vou para Peruíbe, descansar, esquecer de mim. Esquecer da minha existência.
Aqui deixo minha trilha sonora, que traduz, por letra, sentimentos. Consequentemente, vou levá-las comigo. Espero que gostem do repertório. =)

As que traduzem agora:
Walking After You; My Hero; Best Of You – Foo Fighters
Breaking The Habit; Figure 09; Easier To Run; Nobody’s Listening; Session; Don’t Stay [e mais umas 7 deles] – Linkin Park
I Feel So; Not Now; Adam’s Song; I Miss You; – Blink 182/Box Car Racer
Behind Blue Eyes – The Who
A Night Like This; Burn; A Letter To Elise; In Between Days; Pictures OF You; The Loudest Sound; Charlotte Sometimes – The Cure
Creep; Karma Police; Fake Plastic Dreams – Radiohead
Attitude; Roots Bllody Rooots – Sepultura
How Soon Is Now – The Smiths
Vermillion; Vermillion pt.2; My Plague; Left Behind; Before I Forget; Gently – Slipknot
Ava Adore; 1979; Disarm – Smashing Pumpkins
Hollow; Cemetery Gates; Five Minutes Alone; Walk – Pantera
Yellow; Trouble – Coldplay
90% das músicas do Placebo
90% das músicas do Muse
90% das músicas do Garbage;
Todas as músicas do Joy Division;
Todas as músicas do The Doors;
Todas as músicas do Los Hermanos dos albúns 4 e Ventura

As que eu vou levar comigo?
Todas as minhas. =)

‘bora lá, que há uma mala a se preparar.
E há uma mente a se afogar.
Beijo! Bom Final de semana.