Assistir dois ou três filmes água-com-açúcar ao mesmo tempo.
Sentir o sol batendo no rosto num dia frio e me esquentar com a luz amarela cegante.
Sentir o rosto corar ao olhar pra alguém bonito e esse alguém retribuir.
Ter um dia produtivo e me sentir últi e organizada.
Ouvir minha mãe dar risada.
Ouvir meus irmãos darem risada.
Competir com alguém de quem estrala mais o que no corpo.
Comer pouco e me sentir mais magra.
Comer muito e me sentir livre.
Lembrar de tudo, mesmo tendo bebido mais que todos.
Ver crianças se divertirem com algo que eu me diverti também.
Sentir os calos das mãos masculinas que posso segurar.
Saber que dormi muito bem ao ver o travesseiro molhado de baba.
Sair do salão de beleza pensando que sofri, mas a-rra-sei.
Dar beijos estalados na bochecha dos amigos.
Dar um abraço forte nos amigos.
Dar um abraço forte nos seus familiares favoritos.
Imaginar como vai ser quando tiver reunião familiar em casa e as crianças correndo pela sala, ao invés de primos, serem filhos e sobrinhos.
O cafuné que minha mãe faz quando estou no sofá.
Tomar banho ouvindo as músicas que tocaram na sua infância e saber cantar junto ainda.
Ficar horas no banheiro, passando todos os cremes e escovando o cabelo várias vezes só para colocar o pijama, pegar uma caixa de chocolate e ver um filme qualquer.
Sorrir sem medo.
Olhar sem medo.
Ter borboletas no meu estômago por alguém e sorrir, pois estas borboletas fazem cócegas.
Fazer caretas no espelho porque me sinto sexy com qualquer expressão.
Ficar sozinha em casa e concluir tudo isso pensando em um texto alegre pra variar.

“Does my mind mean more to you
Cause if I carry on
Deliver us from evil
Screaming for your vanity” – Deliver Us From Evil – Bullet For My Valentine.
Boa noite!

No começo, eu era apenas uma aluna esforçada. Era uma criança fofinha e lindinha que queria atenção dos professores. Conforme fui crescendo, meu começo de adolescência foi terrível. Eu espichei, me tornei magra demais, dentuça demais, rabugenta demais e, em resumo, feia demais. Apesar da inteligência e senso de percepção mais elevado do que o do geral.
Eu passai praticamente 4 anos seguidos da minha vida sendo xingada e sofrendo um príncipio de bullyng na escola porque eu era feia e as outras garotas bonitas e emancipadas (porém, meio burrinhas. Uma ou outra salvava).
Antes de tudo, eu estudava numa escola particular. Não tinha tantos filhinhos-de-papai quanto agora. E nem havia tanta má educação quanto a que vejo hoje no mesmo colégio (minha mãe trabalha lá e conta umas coisas terríveis). Mas, sempre houve aquela coisa de quem era mais rico que quem, ou, quem podia ir mais na balada, quem beijava mais quem, enfim, quem podia mais o que. E nessas, eu tentava mostrar que a minha inteligência era a maior entre os outros, apesar deu ser feia, dentuça e magrela e, claro, NERD. Era pedir para ser aloprada. Mas, nunca mudei minha mentalidade sobre isso. Aliás, piorei a situação.
Quando entrei na 6ª sééérie mais ou menos (pirralha master), comecei a ouvir Linkin Park, haha. E me achar a “fodona” porque era uma das poucas que gostava de rock da sala, além do cabeludo metidão (bota metido nisso) que era o charme da nossa turma. ¬¬’
Bom, esses tormentos foram até a 8ª série. No 1° ano, mudei de colégio e entrei numa escola pública (ETEC), daquelas que você tem que fazer o vestibulinho pra entrar (ou seja, sua inteligência finalmente é valorizada e levada a sério). Mudei de cabeça, mudei de jeito, mudei inclusive de valores, de notas, de amigos, de críticas, de modo de falar. Mudei tudo.

Me formei o ano passado nessa mesma escola pública. Eu sempre me perguntei se eu teria mudado tanto quanto mudei nestes últimos 3 anos se tivesse continuado naquela escola particular. Eu andei vendo fotos de quem estudava comigo.
A maioria dos meninos virou bombadinho filhinho-de-papai ou frustrados que não sabem o que querem da vida e fazem um cursinho ou faculdade qualquer para dizer que está fazendo algo. Quanto às meninas, são peitudas peruas que esticam as fotos para parecerem mais magras ou, também, pessoas frustradas que não sabem o que querem da vida e acabam fazer uma coisa qualquer.
Me parecem vazios e fúteis.
Lógico, tem suas exceções. Sempre há. Mas…São exceções. É o contrário do pessoal que se formou comigo e a maioria sabe o que quer, tem um real objetivo, dá valor ao que tem e não ficam desesperados se a menina lá da esquina deu mais que ela. E daí?

Acho que, se por um acaso eu re-encontrasse esse pessoal de novo, ou me sentiria orgulhosa, ou frustrada. Orgulhosa de ser como eu sou, diferente deles. Ou frustrada, porque, apesar de ter chegado onde cheguei, eles podem parecer mais felizes, mesmo sendo ignorantes (perante minha visão). Felicidade é ignorância? Conhecimento é um rumo certo para sucesso, percepção do que é ao nosso redor e parte de um caminho para depressão?
Não sei bem.

Acho que gosto demaaais de quem me tornei para voltar atrás e me tornar um deles. Tão iguais.

Eu pretendo fazer uma reforma no blog. Em breve, quando parar um pouco a pressão do Técnico e do ENEM. Me desejem sorte. :D

“I want to say it’s to me to change the world
Now I want to play today kicking down the door
Now I’ll be alright as long as I ain’t seen it all
Now I’mma hold you tight to that night we had a ball
We had a ball” – Ragoo – Kings Of Leon

Bom, depois de taaanto tempo, eu venho postar sem coisas tristes pra dizer. Mesmo porque, tanto quanto a felicidade excessiva, a tristeza também cansa. Então estou arranjando meus meio-termos.

Ultimamente tenho me dedicado ao extremo no técnico e pra estudar pro ENEM. Trabalhos e rotina tomaram conta de mim. Eu parei um pouco de me questionar. Foi uma coisa meio “pra que ficar me questionando e me lamuriando se eu tenho tanta coisa pra conquistar e fazer na minha vida, mesmo que isso siga os ‘padrões da sociedade’?”. Se eu continuasse nessa onda, seria um poço sem fim de morbidez tomando conta da minha cabeça, sendo que o melhor agora é eu saber trazer alegria ou, no mínimo, segurança pra minha família e amigos.
São tempos de mudanças (tanto é que pretendo mudar o visual do blog em breve, deixa eu ter mais tempo, haha).
Depois que fiz 18 anos, percebo os extremos que cheguei em tão pouco tempo (ou seria o suficiente?). 4 anos me mudaram MUITO. Foi uma mutação tanto interna quanto externa. Era uma radical femista, cabelos curtos, santa de boca, crítica com tudo e todos, abominava qualquer tipo de luxúria e quase quis ser presidente do país. Agora, sou uma feminista (há diferença entre feminista e femista), que aprova a liberdade de toda e qualquer forma de expressão, conhecida entre os amigos como “macho pra beber”, quer que o circo pegue fogo e a única coisa que critica são aqueles que criticam por demais aquilo que pouco conhecem ou sentiram na pele.
De repente, todos são banais, fúteis, tolos e massificados. Homossexualidade é aceita, mas não é bem vista. O governo ainda é visto como piada e não nos atinge. Ciúme é motivo para usar chantagem em cima dos outros. Desgraça é motivo para abusar dos outros.
Uma vez meu tio (irmão da minha mãe), disse uma coisa que realmente reflete ao que a maiorado do povão pensa. Ele disse “o que eu sei é que na sociedade o que importa é imagem”. Sinceramente, eu não me dei ao trabalho de corrigí-lo porque sei que, pela idade dele, seria uma coisa inútil. Se eu fosse feita de imagem, metade de mim estaria despedaçada. Acho que isso me instiga mais ainda a procurar aquilo que amoral ou “errado”. Eu já vi tudo aquilo que tem de bom nesse mundo, mas e o que tem de ruim? Será que tem graça? Porque a imagem que procurar isso importa tanto? No final, vamos todos nos formar no colégio, ou na faculdade, os amigos que pensam como nós vão ficar, vamos trabalhar e se manter no emprego depende de nossa capacidade de exercer a profissão que escolhemos, não da nossa imagem. Cuidar dos nossos filhos, prepará-los para o mundo (não para nós mesmos) exige conhecimento de vida, saber o que a sociedade é capaz de fazer quando você não segue seus padrões pois, se seu filho for o “diferente” em seu campo social, você tem o que dizer a ele. Tem como cuidar de suas feridas, tem como contar histórias parecidas e fazer ele compreender seu ponto de vista como mãe/pai.
Já me vi diante de encarar essa batalha da “imagem” antes. Agora parece mais dura, não sei bem. Ás vezes espero demais das pessoas ao meu redor e, as que menos espero, se revelam pensantes como eu.
Como disse, depois da morte do Allan, tudo me parece simples demais para me descabelar ou me deixar pra baixo. Não que eu jamais fique agora. Só que não dou tanta à importância àquilo que realmente, no final das contas, não tem importância.
Hahahaha, tô falando demais, né? Vou parar, desligar o computador, estudar, ler e dormir. Amanhã de manhã tenho que fazer uns trabalhos e, enfim, vou me aguentado nessa minha vida “certinha” até domingo, quando termina a prova do ENEM e eu vou ficar mais aliviada (indo bem ou não). Aliás, torçam por mim. =]
“You like to think you’re never wrong
(You live what you learn)
You have to act like you’re someone
(You live what you learn)
You want someone to hurt like you
(You live what you learn)
You want to share what you’ve been throught
(You live what you learn)” – Points Of Authority – Linkin Park
Boa Noite!

Quando eu choro, minha boca fica inchada, a maçã do rosto rosada, meu nariz e meus olhos vermelhos.

Quando eu choro, ninguém chega perto de mim. Eu prefiro usar este verbo sozinha, sendo assim, me esforço para fazê-lo em silêncio.
Quando eu choro, eu me forço, me esguelo até sair o máximo de lágrimas. Não gosto de ficar chorando de forma “picada”. Se for sofrer, sofra ao máximo e depois, tenha o alívio por um tempo inteiro.
Quando eu choro, eu vou ao banheiro, tranco a porta, me derramo em lágrimas e depois me encaro no espelho. Me olho até meu rosto se tornar um borrão cor-de-pele e eu sempre chegar à conclusão de que não sei quem eu sou.
Quando eu choro, eu libero a parte mais sensível que há por dentro, libero aquilo que não permito ninguém ver. Libero o que sou, mas não consigo enxergar.
Quando eu choro, me permito ser carente, me permito ser mulher, me permito ser humana, me permito ser uma garota normal que espera todo dia que este seja um dia diferente, e, no final das contas, em 2 anos ela nem se lembra.
Quando eu choro, quero ser aconchegada, quero que alguém de repente identifique os suspiros pesados e venha me acolher, venha mexer no cabelo na minha testa, venha me olhar com olhos curiosos que querem saber quem é esta moça de boca avermelhada e de expressão caída.
Quando eu choro…O mundo poderia cair que não ia fazer a mínima diferença.
Estranhamente, o mundo poderia cair que não ia fazer a mínima diferença se você simplesmente estivesse aqui, do meu lado, me fazendo chorar…
De felicidade.
TPM, saca.
“In the memory you’ll find me

Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up” – Forgotten – Linkin Park

Boa Noite!

Bate a baixo-estima. Diria que puxam minha energia, mas não gosto de culpar os outros. Gosto da minha solidão e da quietude. Tudo no lugar, tudo dentro do planejado. Meu lado virginiano transparece.

Parte de mim se esvai com os passos das pessoas nas ruas enquanto dou tchau aos parentes que acabam de sair. Ainda sinto os ombros pesados e a mandíbula contraída pelo estresse não intencional. E eu posso mergulhar no meu vazio banal.
Afinal, em que ira eu me transformo? A minha luxúria e minha gula não deixam clara a minha ânsia por cuidados, meu querido? Ou é essa transparência que o assusta? Não o quero muito perto. Isso vai me fazer quem você realmente é e o que eu observo já me basta.

Sua típica arrogância ainda me envergonha. Só que no final você passa por cima desse meu rosto rosado e eu aprecio a bela paisagem que se forma sem você no quadro.

São 00:41 de uma madrugada de domingo para a segunda-feira 14 de setembro de 2009.
Eu estou com sono. E acho que estou em crise de novo. Não sei justificar isso exatamente.

Boa Noite!

Meme que roubei da Danny Kitty.
É fácil: apenas responda as perguntas usando nome de músicas. :)

1- Descreva-se: Rotten Apple – Alice In Chains
2- O que as pessoas acham de você: One – Metallica
3- Como descreveria seu último relacionamento amoroso: Sex On Fire – Kings Of Leon
4- Descreva sua atual relação: Sex Type Thing – Stone Temple Pilots
5- Onde queria estar agora: Londo Calling – The Clash
6- O que pensa a respeito do Amor: Damage, Inc – Metallica
7- Como é sua vida: Highway To Hell – AC/DC
8- O que pediria se pudesse ter apenas um desejo: Money – Pink Floyd
9- Escreva uma frase sábia: Lying Is The Most Fun A Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off – Panic! At The Disco
10- Deixe uma frase para os próximos: Burn – Deep Purple

Tô meio sem assunto, com questionamentos na cabeça (mas ainda não estou pronta para colocá-los à mostra) e cansada.
É provável que eu fique postando inutilidades até que algo que eu realmente ache importante venha à tona.
Um beijo. :*
“It’s not a case of doing what’s right
It’s just the way I feel that matters
Tell me I’m wrong
I don’t really care” – Play For Today – The Cure.
Boa Noite!

Hoje tive a felicidade de sonhar com o Allan. Era de manhã e não tinha ninguém em casa a não ser eu. Então, não se te dizer se eu acordei gritando, se eu acordei apenas, se estava sorrindo enquanto dormia. Mas posso descrever mais ou menos como foi o tal sonho.

Era de manhã (umas 6:30), no horário que eu pegava ônibus para ir pro Médio. Como estava atrasada (já estava no ponto de ônibus), eu subi em uma perua que ia pro terminal, assim teria mais condução pra chegar no colégio. 
Logo que entrei na perua, eu vi meu irmão ao fundo. Eu não parava de sorrir. Estava muito encantada com isso e gritei “KIM”. Todos da perua olharam pra mim, mas ignorei e fui direto falar com ele. Ele sorria. Estava com seu paletó de veludo que sempre gostou e uma camisa listrada, branca e verde, bem do jeito que ele gostava de se vestir. Não me lembro que calça estava usando, estava mais concentrada em olhar pra ele. 
Ele disse uma hora “Desce que depois eu te ligo”. Eu ignorei. Não lembro o que tinha dito a ele. Mas lembro que não estava acreditando, por isso, afaguei as costas dos dedos da mão direita em seu rosto. Eu SENTI a pele dele. Eu SEI que senti. Depois disso, ouve mais uns sorrisos e acordei. 
Entrei numa crise de choro, lógico. É uma coisa muito repressora você no fundo querer acreditar que uma pessoa que já se foi esteja viva, que tudo aquilo é uma maldita conspiração. Mas, não é. 
Sonhar que encontrei meu irmão numa perua, num sonho tão real, me fez acreditar que de fato era uma conspiração e tudo o mais. Acordar e sentir a frustração de que era só um sonho faz qualquer um ir abaixo. 
Ainda estou meio em choque, sei lá. Não quero ver gente conhecida hoje. Não quero ficar aguentando a futilidade das pessoas, os problemas delas. Isso me irrita. Quero só ficar ou em casa ou perto da minha mãe, sei lá. 
Depois de uma morte tão próxima e de uma pessoa tãoo querida, você perde a noção do que realmente é importante. Todo tipo de tristeza se torna banal. E isto se torna a única ferida pulsante que ninguém, NINGUÉM, a não ser nós mesmos pode mexer. 

A pele dele estava muito macia. 
*suspiro*

“Did they get you to trade
Your heroes for ghosts?
Hot ashes for trees?
Hot air for a cool breeze?” – Wish You Were Here – Pink Floyd.
Boa Noite!

Meus 18 anos foram chegando e eu nem os senti chegar direito. Hoje de manhã uma moça ao telefone me perguntou a idade e confesso que travei um pouco para responder.
Mas, afinal, o que este registro de anos de vida realmente representa para mim? Independência, no mínimo! Definição de alguns passos futuros, como faculdade e/ou emprego, ou quem sabe, viajar. Não sei exatamente o que quero ainda. Mas é um começo saber o que não quero.

(agora começa o meu lado de desabafo raivoso, haha)

O que não quero é ter de continuar andando com pessoas de mentes fechadas ao meu redor. Como disse uma vez: “Sou deslocada entre os deslocadas. Seria eu tão abstrata assim?”. Não estou dizendo que não me adapto ao meio. Isso é uma necessidade humana quase básica de sobrevivência. Menciono o fato de que, por pura conveniência (profissional, no final das contas), eu evito dizer minhas reais opniões sobre as coisas. Talvez isso soe prepotente ou covarde, mas é meio que uma mão lava a outra. Além do que, isso é uma forma de eu me aproximar dos outros por interesse (técnica de guerra ou de comerciante, talvez) e valorizar os que realmente importam com a mostra do minha expressão real.
Enfim, descubro que não sou a única a pensar certas coisas. Desse modo, posso me encaixar em algum lugar, afinal.

Eu pretendia continuar este loooongo discurso. Mas estou com sono, haha. O técnico de volta está tirando minhas energias. No final de semana é provável que eu vá para praia e volte na segunda de feriado. Estou conseguindo parar de roer a unha, ler 3 livros ao mesmo tempo e me dedicar ao técnico. Tenho projetos em mente. Quem sabe, eles vêm à tona.

“And I’ll come, back soon just like you would
It’s useless, my name has made the list
And I wish, I gave you one last kiss” – Not Now – Blink 182
Boa Noite!

Eu sinto falta dos abraços, dos apertos, das risadas tímidas. Mas não exatamente de você. Você se tornou um mal pra mim. É só chegar perto que a pele arde, apesar da expressão alegre. É uma vontade de me encaixar no seus braços e ignorar os arranhões na nuca da minha consciência.
Não que isso faça diferença pra alguém como tu, é claro. Está tão distante que nem me percebe te observando. Você só está interessado naquilo que lhe agrada. Não o julgo por isso. Mas eu não consigo evitar aquela mulher que mora dentro de mim e sempre espera sempre um pouco a mais.
Enquanto isso, eu aguardo e penso.

O jeito é abraçar as minhas pernas, encaixar a cabeça nos joelhos, fingir que não machuca e te olhar do outro lado da avenida. Não adianta mais os sorrisos por trás da desconfiança. É um querer cuidar e ser cuidada (que você está longe de me oferecer, aliás, não é de você que eu anseio por isso).

Tento eu achar lógica e me perder em números. É mais fácil.
Assim, você pode ver emoção na sua risada calculada. Você não vai ser o idiota da vez por causa disso, certo?

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Estou com conjuntivite e de mal-humor.
Preciso de abraços, mas não posso tê-los.
E tenho de parar de postar coisas sem sentido, haha. Quem lê nem entende.

Aliás, o meu blog está com problema de hospedagem de imagem. Por isso que aparece apenas o preto e as letras. Vou tentar resolver isso o mais rápido possível. Senão, o jeito é fazer outro. ;/

“I feel you, relate to you, accuse you
Wash away us all, take us with the floods” – Floods – Pantera.
Boa Noite!

Tenho a ligeira impressão de que estou seguindo pelo caminho errado. Não errado. Eu diria o menos indicado para mim agora. Anda tendo tanta coisa na minha cabeça, sendo que a maiora eu considero banal ou descartável, mas, mesmo assim, é de importância fundamental para saber em que meio quero me ver no futuro. Não gosto de decidir as coisas a longo prazo. Eu tenho que depender de uma série de variáveis que, por mim, sempre são 50% x 50%.
50% de que eu entre na faculdade ano que vem, se depender dos meus estudos. 50% de chance de que entre algum tio legal pra cuidar de mim nos próximos tempos. 50% de chance de brigar com pessoas queridas em breve.
Não gosto de prever algo que não posso analisar com cautela. E, pra variar, eu sou um poço de humor inconstante. Nunca vi pior.
Te amo. Te odeio. Tanto Faz. Até que gosto, vai. É meio irritante. Tá aí, né, fazer o que? É legalzin.

Como diz minha velha e sábia Vó Irene: “Tudo a seu tempo. E se não for e o tempo passar, você teve mais tempo pra esperar fazendo outras coisas que anime seu tempo.”

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Mudando de assunto.
Um memê que eu adoro!

1. Agarrar o livro mais próximo
2. Abrir na página 161
3. Procurar a quinta frase completa
4. Colocar a frase no blog
5. Repassar para seis pessoas (e avisa-las)

“E, no entanto, depois que todos os termos negativos foram adicionados e a soma descartada, alguma coisa havia restado – e essa coisa estava centrada no cubículo de vidro que dominava metade do aposento com seu vazio claro.” – Fundação e Império – Isaac Asimov.

Mando para:
Nana;
Kinha;
Allan;
E Duh.

“Agora é pra valer
Esqueça o que eu disse para você!
Já não tem sido fácil… uouooouoooo” – Apenas Um Olhar – Rena, Daniel e Lucas 0o’ (cover NxZero, hauahuahua)
Boa Noite!

-É errado.
-Não. Errado é você se deixar levar pelos preceitos morais da sociedade.

-Você estará se enganando fazendo isso.
-Claro que não! Eu me enganaria se achasse que existe algo além do que aconteceu.

-E como os outros vão te ver? Sua imagem vai ficar horrível.
-A minha imagem pode ficar pior ainda se eu ligar pro que eles vão pensar. Eu não faço nada de ruim pra ninguém, não incomodo os outros, não sou canalha, tenho caráter, sei das minhas qualidades e é por causa delas que tenho tantos amigos queridos.

-Ele não presta pra você.
-Não é isso que eu estou procurando nele.

-Ele conhece seus amigos.
-E eu os dele. Há!

-Você pode esperar um outro alguém.
-Pra que? Pra ficar com a pulga atrás da orelha se ele vai ligar depois ou não? Tô fora. As itenções dele são bem claras. E é uma certeza que eu não quero jogar fora.

-E se você ficar no pé dele?
-Eu não deixarei isso acontecer. Nem que eu tenha que cortar o mal pela raiz. Além do que, já sou grandinha pra controlar essas coisas, certo?

-E se ele ficar no seu pé?
-Nada de “e se”. Má que porra, você hein!

-Você está fazendo isso para se auto-afirmar, para chamar a atenção.
-E se tiver? Ninguém tem a ver com isso. Eu só quero curtir e aprender as coisas.
Dá pra me deixar em paz, agora? Já percebeu que eu saí ganhando nessa. Chega de discussão. Eu me decidi e não é você quem vai me atrapalhar.

Esse poço de lógica ainda me mata.
Isso porque eu ainda tenho 17 anos (quase 18).
Quando tiver 37, vou ser uma dona de alguma coisa ou pertencer a um cargo alto de alguma empresa em crescimento, ter 2 filhos, separada e tida como “general do amor” nas rodas de amigos homens (caso eu continue na mesma linha que agora).
Isso parece legal.

“Can you remember remember my name
As I flow through your life
A thousand oceans I have flown” – Perfect Strangers – Deep Purple.
Boa Noite!

Eu não gosto de aproximações repentinas. Não gosto de invasões. Não gosto del pessoas “querendo ser” amiga minha. Odeio pessoas efusivas. Odeio pessoas que são “preciso que você precise de mim”. Odeio a ironia quando alguém tenta por ordem no barraco. Odeio sarcasmo e ironia quando há bronca em alguém.
E, mesmo assim, insistem em fazer isso.
Muitas pessoas odeiam aquelas pessoas que dizem “eu te amo” sem amar. Nunca existiu isso. Todos sabemos que esta é uma expressão muito forte e só deve ser usada com moderação. Pois bem, eu direi agora que amei praticamente todos que passaram pela minha vida, mesmo que só de vista, eu os amei. Não é um amor como um de amigo, é claro. Mas é uma explosão de sentimentos por alguem, mesmo que alguém alheio.
Eu amo meu irmão quando ele acorda e senta no sofá para ler o jornal. Eu amava o Allan quando nos encaixávamos no sofá menor para ver um filme. Amo minha mãe quando ela está lendo enquanto espera a água ferver para o café de manhã. Amo meu pai quando ele se interessa pelo meu dia. Amo o Lucas quando ele fala rindo. Amo o Patrick quando ele me faz rir. Amo a Monica quando ela conta suas histórias. Amo o Allan Loirão quando ele conta das suas garotas. Amo a Amanda quando ela fala de jeito afeminado, haha.
Amo o momento. Amo o fato da pessoa ter me dado aquele momento, seja de felicidade, seja de tristeza, ou raiva. Não quer dizer que eu queira a pessoa pelo eterno. Além do mais, eu nem acredito mais nisso. Só quero dizer que, só porque alguém disse eu te amo para 500 pessoas, pode ser tanto falsidade dela, quanto pode ser o meu caso. Eu amei todos sim, mesmo que por um segundo, eu os amei.

Eu entendo, isso foi um sinal de crise de carência ao extremo. Mas eu quero que saibam, de certa forma. Porque, assim como os amei, eu os odiei.
São sentimentos próximos, é claro.
Certo, vou parar de beber, hauhauah.

“It was tempting and bared,
The whoring angel rising
Now burning prayers,
My silent time of losing” – 10’s – Pantera.
Boa Noite!

Wallpaper:
Kings Of Leon. (provavelmente um show deles); Eu simplesmente AMO ficar colocando fotos de beldades do rock’n roll no meu desktop. Já teve Kurt Cobain, Jerry Cantrell, os lindinhos do Kings Of Leon, claro e, outra vez, O Corvo (Brandon Lee). Esse meu fanatismo por homens, viu.

barra lateral

Plugins:
Visualização de pastas e programas como o Windows Vista. Eu baixei faz pouco tempo e a adoro! Além da barra lateral super fofa, tem a barra abaixo super linda e o mouse que carrega com um círculo super lindo. Sou gay com isso, veja bem, haha!

Ícones: A começar pelos programas que mais uso em questão de trabalhar com imagens, ou fabricá-las: Adobe Photoshop e Adobe Illustrator CS3. Pretendo pegar o pacote Adobe CS4 ainda.
Abaixo, o capacete de um star trooper do Star Wars. Esse capacete é minha pasta. HAUAHA. Bem nerd, eu sei Mas é um dos meus itens de maior orgulho.
MSN, claro. Eu não gostei do ícone do novo Windows Live Messenger, então mudei. Vermelho é minha cor favorita, entããão.
FireFox é o navegador que eu uso e ponto! Então turbinei o ícone dele. Adorei este logo que vi.
Eu sempre usei Winamp desde que ele veio ao mundo. Prefiro mil vezes ele ao Media Player.
Esse ícone do Twitter é um que baixe para substituir o normal do TweetDeck. Meu irmão baixou o programa faz uns 4 meses e viciei. É um dos que deixo aberto sempre, ao invés de manter a aba do site no FireFox online.
The Sims 3, totalmente viciante e lindo e divertido e tudo de bom. *_*
Ragnarok. Faz um tempo que não jogo por conta do The Sims 3. Mas é sempre ver os fofinhos matando porings. ^.^
Ícone do UTorrent turbinado também.
Agora, esse símbolo do Blogger é para o Windows Live Writer. Esse post, por exemplo, estou postando dele. Uso ás vezes, apenas. É útil no sentido de que você consegue escrever visualizando como o post ficará no próprio layout. Além de que, guardo uns rascunhos que simplesmente não podem virar públicos, haha.
O CClenaer eu comecei a usar esse ano também. É bom pra tirar uns erros chatos do PC e jogar o lixo fora. ;)
Esse relógio de pokebola é uma nerdisse sem sentido minha. Pois, mesmo sendo da minha época, eu não assistia Pokemon. Apesar disso, acho essa bola um charme um símbolo da minha geração. Então, eu coloquei como fundo do relógio.
E, logo abaixo, o último item que é o de configurações da própria barra.

Em geral, meu desktop fica assim. O dia que mudar radicalmente, eu provavelmente mostrarei pra vocês. Caso queiram saber onde peguei os ícones personalizados e o pacote, comentem e eu pegarei os links. Só não deixo aqui hoje porque eu simplesmente estou com preguiça, haha.

“I’ ve been working awful hard for you
But you dont say, you just hold your breath
So I can’t touch what I haven’t yet” – True Love Way – Kings Of Leon.
Boa Noite!

“Tadinha!” ele disse. E me abraçou. Dormi feliz ali.

O dia inteiro, a noite inteira, o seguinte também…Eu fiquei com sorriso nos lábios. Não pela consequencia física natural, mas sim, porque finalmente enfrentei um lado meu que a tanto queria saber como funcionava. Fico meio brava ao saber que, sem querer, acabei usando alguém para chegar a tal fim. Mas, sei que algo que eu posso concertar (ou ao menos tentar).

Percebi o quanto sou quieta. Digo, antes eu já me considerava reservada. Agora me vejo mil vezes mais. Direta, observadora, quieta, tímida…Aliás, tímida nem tanto. Quando eu quero me liberar, apenas o faço. E, em principal aquela noite, eu pude mostrar isso. E que noite!
Muito poucos sabem. E continuará assim. É uma coisa tão minha que a agarrarei durante muitas noites, tanto quanto me senti agarrada na própria hora dita.
Me vejo independente agora, apesar da solidão.
Essas fases súbitas ainda vão me enlouquecer como antes. E, ao invés de eu ficar aqui tentando expressar uma superfície, vou ser sugada pelo ócio manhoso.

“I have stood here before inside the pouring rain
With the world turning circles running ’round my brain
I guess i’m always hoping that you’ll end this reign
But it’s my destiny to be the king of pain” – King Of Pain – The Police.
Boa Noite!

Certo, eu passei um bom tempo sem dizer o que anda acontecendo na minha vida ultimamente.

O segundo módulo do técnico acabou e cm ele foi muitas das minhas preocupações. Parei a aula de bateria. O professor antigo precisou sair e eu achei o novo muito…professor demais, hauhauha. Além de que, o técnico tava pegando bonito as minhas energias e sem uma batera em casa, tava difícil manter tudo em dia.
Fiz uns estágios na gráfica do meu tio. Não pra ganhar dinheiro, foi pra ver como funcionava a rotina de empresa mesmo, o que eu precisava colocar em prática para não me sentir perdida caso começasse a trabalhar em breve.
Semana passada fiz o vestibular da Anhembi Morumbi de Design Digital, só para anlisar meus conhecimentos gerais. O resultado foi o fato de que preciso estudar (E MUITO) pro ENEM se eu quiser pegar ao menos um desconto na AM pelo PROUNI. Do contrário, farei a seguinte pergunta: pra que faculdade? :B

Quanto às pessoas, percebi quantos amigos bons tenho. Sério. Podemos não nos falar a 9238403840 anos, mas ainda somos amigos. Percebi que, por mais que os anos passem, certos trouxas indivíduos nunca mudam e que, apesar da falta de confiança e de eu não aceitar mais pessoas entrando na minha vida de forma, digamos, “paraquedista”, consegui perceber e fortalecer amizades verdadeiras. Acho que isso que vale. Para que pessoas novas na minha vida se as que já tenho me são suficiente?
Sim, ainda temo pelas pessoas ao redor. De certa forma, tento levar algumas comigo, mas de forma superficial e fria. Vou aprender o que preciso com elas, adquirir conhecimento através delas, mas sem nenhum contato sentimental com estas, não verdadeiro. Pode parecer ridículo, mas se for dar em merda, ao menos eu vou levar um tapa na cara que me valha algo.

Estou aproveitando as férias para voltar a ler. Agora estou lendo “A Fundação” do Isaac Asimov. Esse cara inspirou filmes como Star Wars, Eu, Robô e O Homem Bicentenário. Ele é bem a frente de sua época e, em parte, me lembra George Orwell nesse aspecto. Pretendo terminar a trilogia (A Fundação, Fundação e Império e Segunda Fundação) e depois re-começar o Cem Anos de Solidão do Gabriel García Márquez, que é o estilo de livro que mais gosto: estória simples. E por ser simples, faz você pensar.

A Fundação

Cem Anos de Solidão

Enfim, queridos, é isso que o que tem acontecido na minha vida. Além de dúvidas e várias contrariedades na minha cabeça, é isso que se passa pela minha mente, isso que me faz ter rugas, haha.

“I think of you
Oh, yes I do
Such a crime” – Sea Of Sorrow – Alice In Chains.
Boa Noite!